(via iandmycat)
love , love, love
Você vai chorar, ô se vai! Vai sentir todas as dores que algum dia eu senti em relação a ti. Não é vingança não, querido. Mentira. Na verdade é. Eu quero ver-te na beira da amargura, eu quero ver você beber até cair duro pra tentar me esquecer. Eu quero ver você levando chifre de todas que você se relacionar. Eu quero ver você mendigando amor até de uma prostituta. Eu quero ver você na porta aqui de casa implorando pra eu te atender. Ah querido, eu quero ver você humilhado, pisado e sabe o que mais? Correndo atrás de mim. Eu quero que você me veja com alguém muito melhor do que você. Ah e lembra-se do dia em que pisei no seu pé e você disse que doeu pra caralho? Só um recado pra ti, meu bem. Dessa vez eu vou é pisar na tua cabeça, até tu se afundar na própria desgraça. Prepara-se otário. O seu inferno acabou de começar.
(objetivar)
(via objetivar)
A culpa é sua. Toda sua. Eu posso te culpar, eu tenho direitos de te culpar. O nosso fim foi doloroso por que tu não soubes me dizer pelo menos um “fica” ou talvez um “não se vá”. O nosso fim aconteceu por que tu não fazia questão de me ouvir quando eu, tola por si só, ficava em silêncio quando na verdade a alma estava transbordando palavras. O Nosso fim veio tão depressa por que tu não me fez carinho antes de dormir, eu simplesmente dormi por que o sono havia chegado. Capaz que você iria se importar com tudo isso não é? Confesse, pode confessar. Já acabou tudo mesmo. Confessa que eu fiz um favor para você, confessa que foi um alivio me ver indo embora por livre espontanea vontade. Confessa querido, confessa. Quando eu dei ás costas para você, eu olhei de canto e vi você sorrir, juro que na hora não entendi, só pensei em sair correndo tentando engolir todas as lagrimas que teimavam em cair. Hoje compreendo teu sorriso, eu sei os teus motivos. Você se livrou de mim. Sem remorços. Sem culpas, aliás fui eu que fui embora não é mesmo? Você vive sem mim. Esse seu gostinho de vitória me corrói. Eu queria que causasse outro efeito em você. Eu esperava que você sentisse minha falta, que você derrubasse rios de lágrimas por mim, que você me fizesse ficar. Eu esperava que você fosse em minha casa me pedindo pra voltar, que você ligasse para o meu celular sem parar. Mas pelo que vejo, o feitiço virou contra o feiticeiro.
(objetivar)
(via objetivar)
— Você ama a minha filha?
— Amo muito, senhor.
— Ah, que bom. Porque é disso que você terá que se lembrar nos dias ruins. Sempre ao seu lado (via segredosdeumpoeta)
— Amo muito, senhor.
— Ah, que bom. Porque é disso que você terá que se lembrar nos dias ruins. Sempre ao seu lado (via segredosdeumpoeta)
Já ouviu aquela frase “Quem vive de passado é museu?” Tô achando que sou um museu. Não sei esquecer, deixar pra lá, e largar de lado aquilo que tanto me marcou. E isso acaba sendo um problema. Problema que não me deixa seguir em frente sem dar aquela leve espiadinha lá atrás. Complicado. Tão complicado que chega a ser um defeito. Um defeito chamado “se importar”. Tá que se importar não é um defeito, mas passa a se importar demais pra você vê a merda que acontece. Não consigo me importar pouco, ou na medida certa. Sempre exagero. Se eu me importo, me importo demais. Pra caralho. Em excesso. Na verdade, eu queria saber como esquecer. Por onde começo? Poetas pediriam uma dose de amnésia. Já os jovens, não se contentariam com um pouco, então pediriam litros e mais litros. Agora eu? De tão exagerada que sou, pediria um tonel mesmo. Só assim pra poder esquecer, eliminar, deletar de vez sem direito a restauração. Mas eu não precisava esquecer, e sim desapegar. Pro-ble-ma-ço. Ainda não fiz a matéria “desapego”, e se fiz, tenho quase certeza que reprovei. Até hoje não aprendi, não sei, não decorei. O que é uma pena. Mas quer saber de uma coisa? Tô achando que não sou museu não. Museu ganha pra viver de passado, já eu, pago até hoje por isso.
Thiara Macedo (sdpm)
(via iandmycat)
A saudade é um lugar onde só chega quem amou.
Pe. Fábio de Melo. (via sociedadedospoetasmortos)
(Source: p-l-e-n-i-t-u-d-e, via iandmycat)
(Source: conselhosdemamae, via iandmycat)
Olhei pro lixo e lembrei de você.
(Source: caarolbrambatti, via iandmycat)